• Juninho Bil Olá! Eu sou o Juninho Bil, apaixonado por anime e mangá desde que nasci. Criei este site para fazer reviews de animes que eu curti e meus amigos também recomendam. Sinta-se à vontade para ler e deixar seus comentários! And Let's rock and roll galerinha!!!!!!

      Category: Heróis

      Os Flintstones

      Os FlintstonesNos EUA, a maior parte dos desenhos animados da tevê aberta são exibidos aos sábados pela manhã. É o famoso “Saturday Morning”, horário em que as crianças estão livres das tarefas escolares (alguns médicos têm chamado a atenção dos pais, pois TV em excesso é um dos hábito que pode levar à obesidade infantil; isso explicar a crescente popularidade de produtos para emagrecer, como green coffee slim, dieta detox,  goji berry – as pessoas compram goji berry em cápsulas para ver se goji berry emagrece). No final dos anos 50 descobriu-se que muitos adultos também assistiam a desenhos animados e a Screen Gems – a distribuidora dos desenhos Hanna-Barbera – decidiu criar uma série animada só para os marmanjos. Esta nova produção seria oferecida às grandes redes de televisão americanas e exibida no horário-nobre (“Prime Time”), por volta das 20h.

      Os produtores William Hanna e Joseph Barbera decidiram que os protagonistas da nova animação deveriam ser pessoas de verdade e não animais, como haviam produzido até então (Jambo e Ruivão, Dom Pixote, Pepe Legal etc). O gênero seria a sitcom, que estava em alta naquela época com I Love Lucy, Papai Sabe Tudo e Honeymooners (1952/70), série estrelada por Jackie Gleason e Art Carney que que acabou inspirando a dupla. Inédita no Brasil, mostra o dia a dia de Ralph Kramer (Gleason), um motorista de ônibus gordo e ambicioso que necessita de sua esposa Alice (Audrey Meadows) para mantê-lo com “os pés no chão”. Seus vizinhos – e melhores amigos – são: Ed Norton (Carney), um rapaz deslumbrado, de raciocínio lento e com o coração muito generoso; sua compreensível esposa Trixie (Joyce Randolph).

      O século XVIII e a Roma antiga foram os ambientes cogitados para a ambientação da nova animação, mas “Idade da Pedra” acabou sendo escolhido. Produziu-se então dois “pilotos” com o nome “The Flagstones”, posteriormente alterado para “The Gladstones” e finalmente “The Flintstones”. Após ter sido recusado pelas redes CBS e NBC, fora aceito pela ABC. Como cada episódio custaria 65 mil Dólares, a emissora fechou contrato com dois patrocinadores: Miles Laboratories (vitaminas) e Reynolds Tobacco Company (cigarros Winston), que pediu que fosse produzido um comercial com os personagens fumando seus produtos.

      Em 30 de setembro de 1960, Os Flintstones estréia na rede ABC, entrando para a história como o primeiro desenho animado a ser exibido no período noturno, mais precisamente no “Prime Time”. Além disso, Os Flintstones também inovou o formato-padrão de desenhos curtos de sete minutos com animais protagonistas, apresentando histórias completas com meia-hora de duração. Logo em seguida, a Hanna-Barbera produziu Os Jetsons e Manda-Chuva, que apesar de não repetirem o sucesso de Os Flintstones, ajudaram a estabelecer a presença de desenhos animados no horário-nobre.

      Diferentemente dos outros estúdios, a Hanna-Barbera conseguia produzir seus desenhos com baixo custo, através de uma técnica limitada de animação. Por ela, os desenhos eram produzidos com movimentos reduzidos e simplificação dos traços dos personagens. Este método passou a ser o mais utilizado pelos estúdios nos anos 60, o que deslanchou a produção de desenhos animados. Em Os Flintstones, a produção foi um pouco mais caprichada que outros desenhos da Hanna-Barbera, por haver os grandes patrocinadores.

      Os Flintstones, série que tornou a Hanna-Barbera o maior estúdio de animação do mundo, é uma paródia à sociedade americana dos anos 60, época que o consumismo crescia muito. Diferente dos dias atuais, as mulheres eram donas-de-casa que cuidavam dos filhos e maridos.

      RECRUTA ZERO

      O personagem Recruta Zero uma é criação do desenhista Mort Walker. A princípio, o personagem não era um soldado, e sim um estudante universitário e as histórias faziam sátira da vida no campus.

      Criação: Em 4 de setembro de 1950, o cartunista Mort Walker lançou em 12 jornais americanos Beetle Bailey, uma tira sobre um simpático e preguiçoso estudante universitário dos EUA que, por aqui, teve seu nome traduzido como Zero. Inicialmente, a tira – que chegava a mostrar o recruta Zero com os olhos abertos (!!!) – abordava a vida em uma grande faculdade e tinha pouco sucesso. A King Features já pensava em cancelar a série (sem que o próprio autor soubesse) quando iniciou-se a guerra entre EUA e Coréia, e Mort Walker, em uma súbita inspiração, resolveu alistar Zero e toda a tirinha. Imediatamente, a tira saltou para mais de cem jornais e continuou crescendo. O mais engraçado é que, anos depois, os executivos da King revelaram que e a tira fosse sobre humor militar desde o começo, eles não a teriam comprado.

      Atualmente, o recruta Zero é publicado em jornais e revistas de vários países. No Brasil o personagem tinha revistas de qualidade até a década de 80. Atualmente ainda se encontram revistas do personagem nas bancas, mas geralmente são publicações de baixa qualidade de papel e em preto e branco, o que prejudica a leitura da HQ.

      RECRUTA ZERO

      Enredo: Zero é um recruta preguiçoso que vive enfrentando todas as confusões, problemas e burocracias diários de um Quartel (no caso, o Swampy). Tem um terrível sargento que não sai do seu pé, companheiros esquisitos cheios de manias e vícios, e oficiais ainda mais estranhos. Todos, revela o criador Walker, são personagens baseados em personalidade que ele realmente conheceu enquanto esteve no Exército.

      Personagens:

      Além de Zero destacam-se, entre os principais:

      Sargento Tainha: o carma de Zero, adora bater nele, xingá-lo, pegá-lo para cristo. Tem boca-suja, é gordo e violento, ama o exército acima de tudo (com exceção, talvez, aos filmes de John Wayne) e morre de medo das mulheres. Vive grudado em seu cachorro Otto.

      General Dureza – Autoritário, burocrático, adora golfe e se diz – e se sente – o mais poderoso do quartel. Depois de sua mulher, Martha, que manda nele (se fosse hoje teria que comprar up skin creme facial para agradá-la)

      Tenente Escovinha – oficial novo, quer mostrar que sabe fazer de tudo e dar ordens a todos, mas não tem o respeito de ninguém em função de sua pouca idade – e de sua chatice.

      Dentinho – Este recruta, um dos melhores amigos de Zero, tem o cérebro de uma ostra e não faz absolutamente nada certo.

      Quindim – Outro amigo recruta de Zero, é o garanhão – e o mais galinha – da turma.

      Curiosidade: proibido no Exército – Em janeiro de 1954, após o término do conflito com a Coréia, o alto comando das forças armadas americanas resolveu banir o recruta Zero das páginas do jornal militar que era enviado às tropas americanas do Japão, o Stars and Stripes, alegando que Zero zombava do exército e era um exemplo de má-conduta para os soldados. Resultado: milhares de soldados ficaram revoltados com a proibição e lucros redobrados para Mort Walker graças а “polêmica”. É que os soldados – e oficiais -, que adoravam Zero, continuaram a ler o personagem em tiras que eram recortadas de jornais americanos enviadas por seus pais e amigos, via correspondência. “E, mais uma vez, o exército acabou me rendendo mais um monte de piadas”, zomba Walker.

      SERIAL EXPERIMENTS LAIN

      Serial Experiments Lain, é um anime eclético daqueles elusivos com muitos temas filosóficos, vc precisa ter muita imaginação e gostar muito de tecnologia/internet. Se você tem todos os requisitos Lain será o anime perfeito para você. Lain é um anime de 13 capítulos.

      Lain se passa em um futuro próximo onde a internet (chamada de Wired) faz parte do cotidiano de todos, Lain, a personagem principal, vive em uma família de classe média e desconhece grande parte do mundo Wired, somente após um comentário de que todas as colegas de classe receberam um e-mail de uma amiga que se suicidou é que Lain começa a tomar interesse pela rede e pede um computador para o seu pai.

      O que chama atenção em Lain, é que quando vc começa o assití-lo vc mesmo começa a se envolver nos debates filosóficos do anime: o que é a rede? significa que estamos todos interligados? a vida física tem sentido dentro da rede? O tempo tem validade em um ambiente virtual? Estes e outras perguntas você vai se fazer enquanto assiste o anime.

      Outra coisa muito importante é que Lain coloca de forma bem coesa os gêneros drama, suspense e um pouco de terror, algo que poucos animes fazem com sucesso. Um clima dark, misterioso, estranho, bizarro em um ambiente pré-cyberpunk.

      Traço/Desenho – Os traços de Lain é algo que não gostei muito, achei algumas partes pouco definidas e os olhos pouco atrativos, mas é algo que se encaixa bem no ambiente psicodélico do anime.

      História – A história de Lain é uma obra de arte e uma aula de filosofia, para quem gosta de internet é um prato cheio, uma das melhores que você pode encontrar, se vc conseguir acompanhar a linha de pensamento.

      Personagens – Lain é quase o único personagem da trama, pois a história toda se passa na visão dela. O personagem é bom e bem enigmático, somente gostaria que os outros tivessem uma participação maior.

      Desenvolvimento – O desenvolvimento dos personagens segue um passo correto, de acordo com que a história se desenrola, apesar que o único personagem a realmente evoluir é Lain, os outros fazem papéis importantes.

      lain

      Lain é daqueles animes que se você gosta do tema, você irá se lembrar por toda a vida, por ainda não existir nada tão diferente no mercado. Depois de assistir todo o anime, você sentirá que fez uma viagem incrível e começará a duvidar se o futuro da humanidade está certo ou errado, ou ainda se tudo isso é apenas evolução. Agora se você não gosta do tema, provavelmente você não irá entender o que está se passando e apenas será um “anime chato” para você. Clique aqui para conhecer mais.

      O FANTÁSTICO ONE PUNCH MAN

      One-Punch Man surgiu como um mangá que mistura comédia e ação. Foi criado por um artista conhecido como One, no ano de 2009. O Webcomic retrata a história de Saitama, o ser humano mais forte de todo o universo, mostrando sua vida diária como herói, em um planeta terra distópico, onde são muito comuns aliens, mutantes, monstros calamidades e toda sorte de tragédia e seres perigosos desejosos de dominar ou destruir o mundo e exterminar a raça humana.

      O nome do herói é Saitama e ele trabalha em conjunto com uma associação de heróis, alguns muito poderosos e outros tal como humanos normais. Juntos, constantemente estão enfrentando diversos tipos de inimigos.

      Saitama é um assalariado residente de uma cidade fictícia chamada Cidade Z que se torna um herói por hobby. Ele se esforça e treina tanto que se até se tornar o homem mais forte do mundo. Neste processo ele perde todo o cabelo, ficando totalmente careca (nem um transplante de tratamento para calvície resolveria). O termo one-punch é porque ele é capaz de vencer qualquer oponente com um único soco.

      Apesar dos traços considerados ruins e a trama bem clichê¹, o mangá acabou tornando-se um grande sucesso. Depois de milhões de visualizações, em 2012 ele recebeu uma nova versão por Yuusuke Murata e melhorou o visual. Assim, em 2015 foi lançado o anime.

      O herói tem um lado bem bobo e acredito que isso que atrai muitos fãs. Ele mostra que é muito frustrante a rotina de um super-herói, a vida do homem mais forte do mundo. Imagine que vencer qualquer oponente com um soco somente sequer é divertido.

      Enfim, está fazendo muito sucesso e certamente atraindo até pessoas que não são muito ligadas a animes, como alguns amigos meus. Também dei uma pesquisada na web e as reviews são muito boas. Está surpreendendo muita gente e superando as expectativas iniciais dos produtores.

      Aqui está o vídeo de abertura do show!

       

      1 – Do dicionário informal
      É uma expressão idiomática que de tão utilizada, se torna previsível. Desgastou-se e perdeu o sentido ou se tornou algo que gera uma reação ruim, algo cansativo em vez de dar o efeito esperado ou simplesmente repetitivo.

      É muito usado em filmes:
      O artista principal é sempre solteiro ou descasado, para poder namorar a mocinha….
      Se for casado, o casamento vai mal e aí surge a outra, que é a mulher ideal, e vice-versa….(sempre o mesmo tipo de historia).
      Frases clichês:
      “A união faz a força”,
      “Ninguém me ama”,
      “Tem que sair de cabeça erguida”
      “A maldade está nos olhos de quem vê “.